domingo, 15 de abril de 2012

A foto como signo | SI

PDF com a imagem em Peirce e Barthes, projetado nas últimas sessões. Encontra também as imagens analisadas na aula (Férias, Mc Donalds "na China") e a do exercício ("Mamma mia").

A imagem "Mamma Mia" é analisada "em casa", no prazo de uma semana após a aula, e enviada por mail: joaosantarenodesousa@hotmail.com.

Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.

A perpectiva de P. Dubois
DUBOIS, Philippe - O acto fotográfico. Lisboa: Vega, 1992 (pp. 21 a 47).

FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."

FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".

FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)

“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)


Mais:
PDF introdutório sobre Duas Teorias dos Signos.
PDF sobre Peirce.
PDF sobre Saussure.
PDF sobre Hjelmslev e Barthes.