A partir de hoje este blog acolhe também conteúdos para os alunos de Métodos e Técnicas de Pesquisa da licenciatura de Design de Comunicação da ESTAL.
Os posts desta unidade passam a estar etiquetados com MTP, os de Sociologia da Imagem com SI.
Objetivos, conteúdos e método de avaliação estão disponíveis neste PDF.
00. Unidade curricular de Métodos e Técnicas de Pesquisa
Sejam bem vindos!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Métodos e Técnicas de Pesquisa | MTP
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Apontamentos para Sociologia da Imagem | SI
Últimos Pdf´s utilizados...
Retórica da imagem e mitologias (Barthes)
Teoria da receção (Jauss, Iser)
E um exemplar de um teste.
Retórica da imagem e mitologias (Barthes)
Teoria da receção (Jauss, Iser)
E um exemplar de um teste.
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Palimpseto | SI
Conceito de Gerard Genette utilizado na última sessão de contacto (em códigos estéticos).
Aqui fica uma definição mais exacta.
Palimpsesto (Genette).
"Um palimpsesto é um pergaminho cuja primeira inscrição foi raspada para se traçar outra, que não a esconde de fato, de modo que se pode lê-la por transparência, o antigo sob o novo. Assim, no sentido figurado, entenderemos por palimpsestos (mais literalmente hipertextos), todas as obras derivadas de uma obra anterior, por transformação ou por imitação. Dessa literatura de segunda mão, que se escreve através da leitura, o lugar e a ação no campo literário geralmente, e lamentavelmente, não são reconhecidos. Tentamos aqui explorar esse território. Um texto pode sempre ler um outro, e assim por diante, até o fim dos textos. Este meu texto não escapa à regra: ele a expõe e se expõe a ela. Quem ler por último lerá melhor".
GENETTE, Palimpsestos, p. 5
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Extratos traduzidos do francês por Luciene Guimarães e Maria Antônia Ramos Coutinho. Belo Horizonte, Faculdade de Letras, 2006. 48 p.
http://www.letras.ufmg.br/site/publicacoes/download/palimpsestosmono-site.pdf
Aqui fica uma definição mais exacta.
Palimpsesto (Genette).
"Um palimpsesto é um pergaminho cuja primeira inscrição foi raspada para se traçar outra, que não a esconde de fato, de modo que se pode lê-la por transparência, o antigo sob o novo. Assim, no sentido figurado, entenderemos por palimpsestos (mais literalmente hipertextos), todas as obras derivadas de uma obra anterior, por transformação ou por imitação. Dessa literatura de segunda mão, que se escreve através da leitura, o lugar e a ação no campo literário geralmente, e lamentavelmente, não são reconhecidos. Tentamos aqui explorar esse território. Um texto pode sempre ler um outro, e assim por diante, até o fim dos textos. Este meu texto não escapa à regra: ele a expõe e se expõe a ela. Quem ler por último lerá melhor".
GENETTE, Palimpsestos, p. 5
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Extratos traduzidos do francês por Luciene Guimarães e Maria Antônia Ramos Coutinho. Belo Horizonte, Faculdade de Letras, 2006. 48 p.
http://www.letras.ufmg.br/site/publicacoes/download/palimpsestosmono-site.pdf
terça-feira, 8 de maio de 2012
Códigos (P. Guiraud) | SI
Link para o PDF sobre códigos (lógicos estéticos, sociais).
Leitura:
A Semiologia
Pierre Guiraud
Editorial Presença, Lisboa 1993
La Sémiologie, PUF, Paris
Etiquetas:
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SI
domingo, 15 de abril de 2012
A foto como signo | SI
PDF com a imagem em Peirce e Barthes, projetado nas últimas sessões. Encontra também as imagens analisadas na aula (Férias, Mc Donalds "na China") e a do exercício ("Mamma mia").
A imagem "Mamma Mia" é analisada "em casa", no prazo de uma semana após a aula, e enviada por mail: joaosantarenodesousa@hotmail.com.
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
A perpectiva de P. Dubois
DUBOIS, Philippe - O acto fotográfico. Lisboa: Vega, 1992 (pp. 21 a 47).
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Mais:
PDF introdutório sobre Duas Teorias dos Signos.
PDF sobre Peirce.
PDF sobre Saussure.
PDF sobre Hjelmslev e Barthes.
A imagem "Mamma Mia" é analisada "em casa", no prazo de uma semana após a aula, e enviada por mail: joaosantarenodesousa@hotmail.com.
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
A perpectiva de P. Dubois
DUBOIS, Philippe - O acto fotográfico. Lisboa: Vega, 1992 (pp. 21 a 47).
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Mais:
PDF introdutório sobre Duas Teorias dos Signos.
PDF sobre Peirce.
PDF sobre Saussure.
PDF sobre Hjelmslev e Barthes.
quarta-feira, 28 de março de 2012
A imagem como signo | SI
Olá, viva. Encontras aqui o PDF (resumo teoria da imagem) das aulas sobre este tema. Uma teoria da imagem baseada na imagem como signo, teorização proposta por Martine Joly no livro "Introdução à análise da imagem" (Edições 70, 1999). Recomendo vivamente que o leias.
Esta teorização baseia-se no signo para Peirce, sobretudo na tricotomia "ícone, índice, símbolo", proposta para a imagem fotográfica por Philippe Dubois ("O acto fotográfico", Vega, 1992, pp 21 a 47).
Podes ver um resumo desta abordagem no trabalho "Imagem na Publicidade" de João de Sousa (Ontologia da imagem, pp. 6 a 8).
Há um trabalho de análise sígnica da imagem "Mamma Mia" (no final do PDF deste post).
Há um trabalho de análise sígnica da imagem "Mamma Mia" (no final do PDF deste post).
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